Como em todo filme, Dasaparecidos tem curiosidades de bastidores e peculiaridades que os espectadores só descobrem ao assistir o making of.

Na atmosfera aterrorizante do filme, fatos esquisitos tiveram lugar: 3 membros da equipe passaram por sérios problemas de saúde um dia antes das filmagens, o que assustou a equipe.

No que se refere à parte técnica, vale saber que as imagens foram captadas com uma câmera digital profissional e que parte dos efeitos especiais foi filmada nas locações com o mesmo sistema utilizado no filme Matrix.

E falando em efeitos especiais, 20 litros de sangue cênico foram utilizados.

Os sussurros do monstro, que persegue os jovens pela mata, não são apenas efeitos sonoros sem sentido; foi realizada pesquisa de um idioma, o Yoruba, falado na África e por alguns grupos escravos no Brasil, para construir uma linguagem com significados assustadores.

Para iluminar o filme, a produção fez uso de toda sua criatividade. Foram usados painéis de LED fixados em bambus de 6 metros de altura.

O filme foi montado por Paulo Pandolpho até o sétimo corte no Brasil. Depois, Pandolpho mudou-se para a Inglaterra e montou mais sete cortes, até o corte final; as imagens eram enviadas ao Brasil para o diretor acompanhar e aprovar. Mas o processo técnico não é fácil, foi preciso que o montador enviasse um HD contendo a organização de todos os arquivos brutos do longa para serem montados numa ilha de edição espelho em São Paulo. O montador mandava o projeto com as alterações e a equipe no Brasil relinkava para aprovação. Uma forma difícil e ousada de montagem que resultou num produto final dinâmico e muito bem feito.

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